Os Benefícios das Árvores I 31/01/2010
Posted by Juliana Gatti Pereira in Curiosidades, Meio Ambiente, Parceiros, Preservação, educação ambiental, Árvore em Nossas Vidas, Árvores.Tags: artigo especial, Árvores, árvore, árvores como modelo, árvores vivas, benefícios das árvores, celebrar as árvores, crescendo como árvores, floresta, importância das árvores, inspiração nas árvores, inspirar na natureza, m2 investimentos, referências da natureza, Sustentabilidade
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Cada árvore é um ser para ser em nós
Para ver uma árvore não basta vê-la
a árvore é uma lenta reverência
uma presença reminiscente
uma habitação perdida
e encontrada
À sombra de uma árvore
o tempo já não é o tempo
mas a magia de um instante que começa sem fim
a árvore apazigua-nos com a sua atmosfera de folhas
e de sombras interiores
nós habitamos a árvore com a nossa respiração
com a da árvore
com a árvore nós partilhamos o mundo com os deuses
—António Ramos Rosa
Nossas vivências e experiências contam muito sobre a percepção de como a existência de árvores é positiva para a humanidade. Antes mesmo das formas de benefício comprovadas cientificamente, uma árvore por si só, mesmo isolada, chama a atenção de nosso olhar e parece-nos confortar com seu porte e presença. Desde uma semente, elas sabem o que devem ser em sua plenitude… São seres sensíveis que seguem seu desenvolvimento, dando tempo ao tempo, deixando que o ambiente mostre seus padrões…
que o calor estimule o crescimento,
que a umidade alimente seus corpos,
que o tipo de solo ensine o melhor caminho para suas raízes.
Aprofundando no solo, as raízes permitem que os ramos da copa encontrem base e confiança suficiente para esticarem-se e engrossarem na busca por uma arquitetura que é completamente adaptada ao ambiente que se fixou.
As árvores e a natureza são fonte inesgotável de inspiração e estímulos, evoluindo constantemente na busca por um modelo de funcionamento e existência equilibrado, adaptável e sustentável. Desde os primórdios, as pessoas buscam referência e ensinamentos a partir de todas essas soluções naturais que se constituíram através de uma inteligência primordial. Podemos nos presentear permitindo sentir e admirar essa riqueza…
O formato único das folhas – miúdas, grandiosas, pontudas, arredondadas, leves ou pesadas
A textura que estimula o toque – lisa, pilosa, áspera, com nervuras bem marcadas, sensação de ser emborrachada ou até mesmo suave como uma pluma
A incrível variedade de tonalidades verdes – brilhante ou opaca, um verde em cada face, aquelas que já caíram, outras mutantes que amarelam, avermelham ou ficam esbranquiçadas antes de se desprender
Esta riqueza é infinita e através do contato sensível, podemos abrir espaços em nossa mente e espírito que levam ao bem estar. Antes de qualquer outro benefício, a nossa vida está completamente interligada e é dependente da existência e manutenção da natureza.
Mais recentemente, cerca de 2 anos atrás, uma matéria no suplemento Equilíbrio da Folha de S. Paulo (23 de outubro de 2008), contava sobre uma pesquisa científica desenvolvida para avaliar o impacto positivo que a presença de uma única árvore poderia causar no conforto térmico das pessoas. Foram feitos levantamentos com 4 espécies de árvores diferentes: mangueira, jambolão, jacarandá e ipê. Observando-se também seus estados diferentes em cada estação (com folhas, flores ou menos folhas), e comprovou-se que mesmo a 50 metros de distância destas árvores isoladas, as pessoas se beneficiavam do conforto térmico promovido através da transpiração.
As árvores são como fábricas inteiras e auto-sustentáveis, realizam o processamento de matérias-primas no desenvolvimento de seu próprio alimento. Promovem a reciclagem do ar e do solo através de suas folhas, devolvendo oxigênio, água e composto orgânico. Além de armazenarem o alimento para crescer, e um dia no futuro ser o seu banco, mesa, porta, piso, cama, lápis….
Para encerrar esse primeiro artigo, uma lembrança especial da tribo indígena Ticuna, que têm como morada a floresta amazônica: “A floresta é a coberta da terra. Uma árvore é diferente da outra. E cada árvore tem sua importância, seu valor. Essa variedade é que faz a floresta tão rica.” – trecho do Livro das Árvores.
Com essa mensagem final, ficamos com a dica de que na diversidade seremos sempre mais equilibrados!
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Este é o primeiro artigo do ano apoiado pela M2 Investimentos, que firmou parceria com o Árvores Vivas em 2010 buscando criar novas maneiras de aproximar as pessoas da natureza, principalmente através das árvores!!
Registros Recreio nas Férias 2010 – Parque da Aclimação 22/01/2010
Posted by Juliana Gatti Pereira in Atualidades, Frutíferas, Meio Ambiente, Preservação, educação ambiental, Árvore em Nossas Vidas, Árvores, árvores de são paulo.Tags: atividade educativa, árvored o parque da aclimação, crianças, educação ambiental, Natureza, parque da aclimação, passeio verde em são paulo, recreio nas férias, secretaria de educação, vegetação parques de são paulo, verde em são paulo
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O Lançamento do Recreio nas Férias aconteceu dia 18 de janeiro no Parque da Aclimação! Após uma noite de muita chuva, a segunda-feira nos presenteou com um dia lindo de muito sol, permitindo que aproximadamente 560 crianças de escolas municipais de toda São Paulo, pudessem aproveitar as atividades recreativas, esportivas, culturais e ambientais!!!
A maioria das imagens são de Agnaldo Rocha e outras da divulgação do Árvores Vivas! Tivemos muita alegria em poder estar mais uma vez presentes neste evento, promovendo a aproximação de todos com a natureza que habita os lindos parques da nossa cidade!!!
A galeria de imagens reflete muito da alegria e diversidade que envolveram todos os momentos durante o evento!
- Conhecendo a natureza viva do parque
- diversão com a Equipe do SESC SP
- Recreio nas Férias – Janeiro 2010
- Cultura no Parque
- Ecofolia
- Recreio nas Férias – Pq da Aclimação – foto Agnaldo Rocha
- Dia de sol no parque – foto Agnaldo Rocha
- Tenda Circense – foto Agnaldo Rocha
Treinamento de Monitores – Educação Ambiental – Parque da Aclimação 22/01/2010
Posted by Juliana Gatti Pereira in Atualidades, Meio Ambiente, Preservação, educação ambiental, Árvore em Nossas Vidas, Árvores, árvores de são paulo.Tags: algodoeiro-da-praia, árvores do parque da aclimação, árvores vivas, copaíba, educação ambiental, jequitibá-rosa, monitores educação ambiental, parque da aclimação, recreio nas férias
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Muita alegria e amor pelas árvores e natureza uniu os participantes do treinamento para monitoria do evento de Lançamento do Recreio nas Férias, que aconteceu dia 18 de janeiro no Parque da Aclimação!!! Veja as lindas fotos da nossa manhã de descobertas e vivências no parque!
- Beleza do Tronco da Copaíba – Parque da Aclimação – foto Caren Harayama
- jequitibá-rosa – guardião do Parque da Aclimação
- grandioso jequitibá-rosa
- Flores de Pitanga – foto Caren Harayama
- Conhecendo a Copaíba – treinamento monitores Recreio nas Férias 2010
- flor do algodoeiro-da-praia… linda – foto Caren Harayama
- Treinamento de Monitores – Recreio nas Férias – Parque da Aclimação – Janeiro 2010
- Bosque de algodoeiros-da-praia floridos
- Abraçar o Cedro – energização
Recreio nas Férias – Janeiro 2010 – Parque da Aclimação 14/01/2010
Posted by Juliana Gatti Pereira in Atualidades, Curiosidades, Meio Ambiente, Preservação, educação ambiental, Árvore em Nossas Vidas, Árvores, árvores de são paulo.Tags: árvores de são paulo, árvores na cidade, árvores parque da aclimação, árvores que habitam o parque, conhecendo as árvores de são paulo, conhecendo as árvores do parque da aclimação, conhecendo parque da aclimação, educação ambiental, lançamento recreio nas férias 2010, parque da aclimação, passeio ecológico, passeio ecológico em são paulo, passeio verde em são paulo, recreio nas férias, recreio nas férias janeiro, sensibilização ambiental, turismo em são paulo, turismo verde, turismo verde em são paulo, vegetação do parque da aclimação
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Recreio nas Férias começa dia 18

Paisagem natural no Parque da Aclimação - foto por Luciano Ogura Buralli
Com 189 atrações artíticas e mais de 1.300 passeios, 19ª edição do evento oferece diversas atividades e muita diversão à criançada.
Entre os dias 18 e 29 de janeiro a Secretaria Municipal de Educação realiza a 19ª edição do Recreio nas Férias, evento que oferece opções de lazer e cultura para crianças e jovens, durante o recesso escolar.
São 182 pólos distribuídos pela capital – entre escolas municipais, equipamentos da Secretaria Municipal de Esportes e sedes de entidades sociais – oferecendo programações especiais que começam às 9h30 e só terminam às 16h30. Passeios ao Espaço Cultural Catavento, à Estação Ciência, a museus, teatros, parques e unidades do SESC também estão na lista de atividades.
Aberto também para crianças e jovens entre 4 e 16 anos que não estudam na Rede Municipal de Ensino, o Recreio nas Férias contará nesta edição com 189 atrações artísticas e 1.327 passeios. Os 1.722 agentes recreativos, 182 agentes coordenadores, oficineiros de ONGs e funcionários das escolas municipais trabalharão nos pólos para garantir a alegria da criançada. Refeições e lanches serão servidos diariamente para todos os inscritos .
Nas Diretorias Regionais de Educação (DREs) do Butantã, Campo Limpo, Capela do Socorro, Freguesia do Ó, Jaçanã-Tremembé, Guaianases, Penha e São Mateus o Recreio nas Férias vai de 18 a 22 de janeiro. Já nas DREs Ipiranga, Itaquera, Pirituba, Santo Amaro e São Miguel o programa será realizado entre os dias 25 e 29.
As inscrições para a 19ª edição começaram em novembro e continuam abertas nos pólos que ainda possuem vagas. Para mais informações, os interessados devem comparecer a uma escola municipal de sua região, que indicará o pólo de atividades mais próximo. No pólo, basta que o aluno se inscreva, levando autorização assinada pelos pais. Pais e alunos podem se informar sobre toda a programação em cada uma das 13 DREs ou acessar a relação completa dos pólos no www.portalsme.prefeitura.sp.gov.br
Abertura – O lançamento da 19ª edição do Recreio nas Férias será na segunda-feira, 18, no Parque da Aclimação, com uma prévia das atividades que levarão diversão a crianças e jovens. Malabraristas, bandas, contação de histórias e até um circo farão parte do evento. Educadores ambientais prepararam também passeios em trilhas do parque, para que a criançada possa conhecer um pouco mais da natureza no local.
O Árvores Vivas é o responsável pelo mapeamento das espécies vegetais de maior expressividade do Parque da Aclimação, assim com a definição dos roteiros ambientais durante o evento de lançamento e capacitação de 16 monitores com as informações relevantes para promoverem o encatamento das crianças com as riquezas naturais existentes no parque. Além dos aspectos ambientais, também trataremos de alguns aspectos históricos do Parque da Aclimação.
Com este trabalho o Árvores Vivas amplia seus roteiros de Turismo Verde pela cidade de São Paulo. Conheça mais sobre nossos serviços e contrate nossos monitores especializados. Saiba mais acessando nosso site
Primeira Árvore do Ano – AMOREIRA 01/01/2010
Posted by Juliana Gatti Pereira in Curiosidades, Frutíferas, Meio Ambiente, Preservação, Produto que vem da árvore, educação ambiental, Árvore em Nossas Vidas, Árvores, árvores de são paulo.Tags: amora, amora-negra, amoreira, árvore, árvore da seda, árvore do amor, árvore frutifera, árvore no ano novo, bicho-da-seda, frutífera, frutos de amora, frutos saborosos, Moraceae, Morus rubra, mulberry tree, primeira árvore
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Passei meus primeiros momentos do ano muito próxima de uma amoreira. Ela estava tão bonita que não pude deixar de admirá-la!
Logo quando acordei hoje, veio uma vontade enorme de escrever sobre amoreiras e logo fui pesquisar informações nos meus livros. Lembro da minha infância quando passava horas incontáveis comendo as pequeninas frutinhas saborosas sob os três pés de amora que existiam no sítio do meu avô, quase sempre descalça. Tingia meus pés, boca e mãos, de roxo e vermelho como se fosse sangue… Morria de rir, brincando com a família ameaçando sujar a roupa com as mãos tingidas… Tenho ainda uma foto bem novinha, com cerca de 3 anos, que estou com minha melhor amiguinha – Paula – as duas com botas de galocha sentadas no chão da varanda, com as bocas, pés e mãos todos roxos de tanto comer amoras… Vou tentar achar essa foto e colocar aqui depois!
A amoreira (Morus sp.) é uma árvore muito especial, da família botânica Moraceae – a mesma do gênero Ficus – possui inúmeras propriedades terapêuticas relacionadas ao consumo de suas folhas e frutas, alguns deles: antiinflamatória, antioxidante, calmante, cicatrizante, diurética, expectorante, hipoglicêmica, laxante e revigorante.
O nome Morus, do latim mora, quer dizer “demora” – possivelmente por sua brotação tardia, somente após o fim do inverno em países de clima frio. Eu pessoalmente, gosto de pensar no nome amora relacionado ao amor, especialmente na noite de ano novo, inspirando amor a todos nós que estávamos diante dela à meia-noite!
Árvores resistentes, germinam e crescem espontâneamente por ter suas sementes dispersas pelo vento e por pássaros. Também podem ser enraizadas a partir de estacas. É originária da China, pode atingir até 10m de altura, e as duas espécies mais conhecidas são a Morus nigra (amora-preta) e a Morus alba (amora-branca). Na maioria das vezes são árvores dióicas, produzindo flores de sexo masculino e feminino separados. Há também a amora vermelha (Morus rubra). É facilmente encontrada também nas ruas da cidade de São Paulo, e possivelmente em muitas cidades de todo o mundo. Na época de frutificação é muito comum encontrar pessoas saboreando seus doces frutos na rua… linda imagem!!!
A cultura do bicho-da-seda está diretamente relacionada a existência e disponibilidade de amoreiras – especialmente a variedade branca, pois são dos brotos de suas folhas que eles se alimentam. Os romanos acreditavam que a seda era um produto das folhas das amoreiras, pois não entendiam o que fazia o bicho-da-seda. Muito tempo depois de sua cultura ser introduzida em Constantinopla, o rei James I da Inglaterra queria que o país se tornasse independente na produção de seda e, erroneamente, plantou muitas mudas de amoreira-negra, inclusive nos terrenos onde hoje é o Palácio de Buckinghan, antes chamado Mulberry Garden.
Em outros idiomas amoreira escreve-se:
- Alemão – maulbeerbaum
- Espanhol – moral
- Francês – murier
- Inglês – mulberry tree
- Italiano – gelso
As amoras eram muito apreciadas em Chipre e no Egito. Também nas festas romanas dedicadas a Minerva (deusa romana equivalente a Atena – deusa grega). A árvore está ligada a mitologia dos jovens Píramo e Tisbe, pois a cor dos frutos é relacionada com o sangue dos jovens apaixonados. As famílias inimigas não aprovavam a união, um dia decidiram fugir e marcaram o encontro sob uma amoreira. Tisbe chega primeiro ao local e encontra uma leoa com a boca ensaguentada da caça recente, com medo foge e perde seu véu que é rasgado pela leoa. Quando Píramo chega e vê o véu manchado e dilacerado, crê que sua amada morreu e atravessa seu peito com a espada. Tisbe então volta e vendo seu amor morto também se mata com a mesma espada. O sangue jorrado pela morte tinge os frutos de amora brancos, que depois deste acontecido passam a ser vermelhos.
Ah, só para confirmar melhor, existem diversas outras espécies que recebem o nome popular de amora. Uma das mais citadas, diferente da Morus sp. seria a Rubus sp. que é da família das framboesas e cultivada comercialmente para a produção do fruto.
PARA UM 2010 ILUMINADO 31/12/2009
Posted by Juliana Gatti Pereira in Arte e Design Inspirados na Natureza, Curiosidades, Árvore em Nossas Vidas, Árvores.Tags: 2010 iluminado, arte com luz, árvore de luz, começo de ano, desejos fim de ano, design com luz, estrela, feliz 2010, Feliz Ano Novo, fim de ano, inspiração iluminada, luz, mamanguá, mangue, paraty, saco do mamanguá, sol
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Árvore de Luz - Design com Luz na noite pura de Mamanguá

Luz de Estrela

Palmeira e paisagem de Luz

O Sol de cada um
BOAS FESTAS – Árvores Vivas 24/12/2009
Posted by Juliana Gatti Pereira in Arte e Design Inspirados na Natureza, Atualidades, Árvore em Nossas Vidas.Tags: 2010, alegrias, amor, ano novo, árvore colorida, árvore da paz, árvore de sonhos, árvore dos desejos, árvore símbolo, boas festas, começo de ano, desejos de fim de ano, desejos para 2010, desenho de árvore, fé, fim de ano, força, inspiração começo de ano, luz, natal, paz, saúde, semeando desejos, solidariedade, sonhos começo de ano
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Hoje é NATAL, as pessoas reúnem-se no amor e na fé!
O ano que está acabando foi de muito crescimento, aprendizado, vitórias e alegrias! Cada pessoa que esteve com o Árvores Vivas – clientes, colaboradores, parceiros, fornecedores, amigos, consultores, apoiadores e cuidadores da natureza – foram em cada troca e contato, essenciais para o desenvolvimento de cada estrutura do empreendimento!
SAÚDE para todos seguirem bem cada dia da vida
AMOR no coração
ALEGRIA nas palavras, olhares e ações
FÉ e FORÇA no trabalho que se desenvolve
SOLIDARIEDADE com todos que compartilham nossa história
LUZ para iluminar nossos caminhos e sonhos
ESPERANÇA sem fim para dias sempre melhores
Desejamos que 2010 seja abençoado com o melhor para cada um de nós!
Esta árvore simboliza a possibilidade que temos de semear no mundo, nossos desejos mais especiais em cada intenção, ação e pensamento! FELIZ NATAL e 2010 de muitas novas árvores, sementes, flores e frutos!
Árvores de Natal – Decoração ECOconsciente 21/12/2009
Posted by Juliana Gatti Pereira in Arte e Design Inspirados na Natureza, Atualidades, Curiosidades, Meio Ambiente, Preservação, educação ambiental, Árvore em Nossas Vidas, Árvores, árvores de são paulo.Tags: Aroeira, avenida paulo vi, avenida sumaré, árvore ecológica, árvores de natal, árvores decoradas, bolas de natal, bolas nas árvores, decoração de natal, decoração de natal e festas, decoração de natal ecológica, enfeites de natal, gardenia jasminoide, goiabeira, laçoes em árvores, laços de festa, lindas árvores, lindos laços, natal em são paulo, natal renovado, novas árvores de natal, paineira, paróquia nossa senhora de fátima, Paulo Katsuo Abe, pinhas decorativas, pitangueira, rua francisco leitão, são francisco, vila leopoldina
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Estava reparando na decoração de natal da cidade e comecei a me questionar sobre os benefícios de tantas árvores decoradas com luzes:
- em época de verão e horários especiais para reduzir os gastos de energia, quão inteligente é da nossa parte fazer tanta decoração que consome ainda mais energia elétrica?
- será que todas as pessoas que cuidam de colocar as luzes nas árvores estão tendo o cuidado e preocupação em não fazer furações nos troncos com pregos para fixar os cordões?
- é possível que alguém refletiu sobre o impacto da iluminação noturna nas árvores que são casa para muitos passarinhos e outros animais da fauna que ainda se dispõem a viver na nossa mega-cidade?
Pensando em tudo isso resolvi mapear, nas saídas pela cidade, soluções de decoração menos impactantes além de muito belas e delicadas…

Tipuana tipu com bolas decorativas de natal - Pinheiros - Rua Francisco Leitão

Bolas Azuis e Vermelhas decoram a Tipuana, espécie originária da Bolívia muito comum na arborização da cidade de São Paulo
… Bolas azuis e vermelhas gigantes foram a solução encontrada para decorar uma grande tipuana na Rua Francisco Leitão em Pinheiros, pertinho da Teodoro Sampaio. As bolas dão um ar alegre e lúdico à árvore que é uma das mais comumente encontradas na arborização da cidade de São Paulo.
Não tão longe dali, na Av Paulo VI que é continuação da Av Sumaré, podemos ver uma decoração que surpreende ao mesmo tempo que revela o amor, cuidado e respeito entre um humano e as árvores!

aroreira com laços de festa!!! Poderia ser eleita nossa árvore de natal

goiabeira toda formosa se exibindo para os carros que passam na avenida!

até a paineira ainda jovem recebeu o seu laçarote para comorar os tempos de festa!

o ciclista, sábio, aproveita a linda visão das árvores enfeitadas especialmente para o fim de ano!!

Praça com todas as árvores cuidadas e enfeitadas! Elas sim merecem nosso respeito por nos permitir estar vivos hoje no planeta Terra!

sombra e acolhimento para aqueles que esperam o ônibus

pitangueira vestida para fazer bonito nas festas de final de ano!!! Sensacional!!!
Todo este trabalho que acontece até mais vezes no ano do que somente nas ocasiões das festas, é realizado por Paulo Katsuo Abe – segundo André Boselli para a matéria de outubro de 2005 da revista Quatro Rodas. Eu pessoalmente ainda não conheci o Sr Paulo, mas sempre me alegro muito ao ver toda alegria transmitida por esta atitude de enfeitar as árvores com lindos e grandes laços coloridos!!! Pena somente que os laços são de plástico, não sendo uma atitude tão ecológica do ponto de vista do material…
Mais um exemplo de decoração humanizada é a que encontrei no jardim da Paróquia Nossa Senhora de Fátima, na Vila Leopoldina! As gardênias junto da gruta de Nossa Senhora e do abrigo de São Francisco estão enfeitadas com pinhas amarradas com lindos laços rosa.

Enfeites de natal naturais.. Lindos e biodegradáveis

arbusto de Gardenia jasminoide com enfeites de pinha e laços cor de vinho... linda combinação!
Além do aspecto decorativo, reparei como estamos distantes de cirar nossa própria identidade cultural também no Natal… Comprando pinheiros, ciprestes e tuias estrangeiros para decorar nossas festas! Árvores européias, de locais de clima temperado e não nativas dos biomas brasileiros. Seré que daqui alguns anos conseguiremos abrir nossos olhares e corações, repletos de boas intenções nas festas de fim de ano, para acolher e decorar tão lindamente também árvores nativas, frutíferas ou até mesmo aquela árvore, arbusto ou arvoreta que já habita próximo de nossas casas e nos beneficia todos os dias?
Quem sabe podemos até mesmo plantar, se tivermos espaço sobrando, uma Araucaria angustifolia, nosso pinheiro-brasileiro?? Que era nativa aqui em São Paulo inclusive!!!
Mapa das Árvores 12/12/2009
Posted by Juliana Gatti Pereira in Atualidades, Consumo Consciente, Curiosidades, Frutíferas, Meio Ambiente, Parceiros, Preservação, educação ambiental, Árvore em Nossas Vidas, Árvores, árvores de são paulo.Tags: Árvores, árvore, árvore frutifera, árvores em nossas vidas, árvores em são paulo, árvores frutíferas, árvores na cidade, árvores públicas, árvores vivas, conhecendo as árvores, fotografias de natureza, fotos de árvores, fotos no panoramio, frutas, google earth, google maps, identificando árvores, locais públicos, local das árvores, localização de árvores, mapa, mapa das árvores, mapa de árvores de são paulo, mapeamento colaborativo, mapeando árvores, onde está a árvore?, panoramio, que árvore é essa?, reconhecer árvores, São Paulo, verde na cidade
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Desde que comecei a identificar árvores e querer descobrir o “quem é quem” das espécies, gêneros e famílias, comecei intuitivamente a mapear árvores por onde passava. Ainda me lembro quando percebi a necessidade de elaborar um mapa ou formas de mostrar para o maior número de pessoas possíveis, quais árvores estavam ali pertinho delas, que produtos consumimos que vêm de cada um delas, que conexão elas têm com nossa cultura, tradições e história. Tudo isso faria as pessoas entenderem melhor o vínculo estreito que temos com as árvores e com toda natureza, e consequentemente cuidaremos muito mais daquilo que conhecemos.
Fazia pequenos mapas a mão, sinalizando minhas novas descobertas, memorizava cada uma das árvores por suas características morfológicas e peculiaridades em relação ao ambiente em que vivem. Teve uma ocasião que conheci a Maria Fernanda, um pessoa muito especial que simplesmente colocou esse sonho de mapear as árvores com o nosso olhar em prática, através de seu projeto de conclusão de curso – Plantando Olhares.
Também tive a alegria de certo tempo mais tarde, junto com Luciano Ogura, fazer um belo mapa fotográfico das árvores que habitam o Parque da Luz. Fomos aprimorando e completanto este mapa ainda mais com o auxílio de Adriana Sandre e também de todos que trabalham no Parque, em especial o administrador – André Camili, que sempre nos deu muito apoio e atenção.
Além destas vivências, convidamos todos os visitantes, amigos e clientes do Árvores Vivas a criar colocaborativamente com a página de Fotos e Depoimentos sobre as árvores, criando uma versão de mapeamento vinculada a emoção que cada um têm ao encontrar ou vivenviar uma história com uma árvore em especial.
Esses dias recebi por indicação do Matias, um grande amigo da natureza, a divulgação de um trabalho colaborativo de mapeamento das árvores frutíferas em locais públicos de São Paulo, iniciativa de Isaac Kojima. Saiba mais no artigo do blog dele sobre alimentação e alimentos – Onivoro. Você também pode acessar o mapeamento que está sendo feito aos poucos através do Google Maps clicando aqui.
Para encerrar os mapas de árvores, nós do Árvores Vivas também estamos alimentando nosso mapa fotográfico de árvores no PANORAMIO, que possívilita georeferenciar as imagens no Google Maps e Google Earth! Visitem!!!
Pedestre Vivo encontra Árvores Vivas (algumas nem tanto) em seu caminho 28/11/2009
Posted by Juliana Gatti Pereira in Atualidades, Curiosidades, Meio Ambiente, Preservação, educação ambiental, Árvore em Nossas Vidas, Árvores, árvores de são paulo.Tags: araribá, avenida paulista, árvores da cidade, árvores de são paulo, árvores na cidade, árvores vivas, caminhada por ruas da cidade, caminhadas na cidade, flamboyant, fotos de árvores, jerivá, pacaembu, paineira, parque trianon, passeio na cidade, passeio na paulista, passeios por são paulo, pau-ferro, pedestre, pitangueira, quaresmeira, resedá, visões de são paulo
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Cerca de duas semanas atrás fiz uma caminhada desde a Av Brigadeiro Luiz Antônio até o Pacaembu. Levei duas horas para fazer o percurso, lentamente e apreciando cada detalhe das árvores que compunham a paisagem! Foi um belo momento de meditação e criação de um espaço interno agradável e leve ao fim de um dia e trabalho não tão usual! A garoa fina não transformou-se em chuva e ajudou a refrescar!
Mas antes mesmo do fim do dia, seu início já foi muito inspirador. O clima instável, dava brecha a poucos mas vibrantes raios de sol que iluminavam e faziam brilhar ainda mais a floração de um flamboyant (Delonix regia) e de uma linda caliandra (Calliandra brevipes), que eu podia observar ao caminhar e chegar ao ponto de ônibus! Lindas visões inspiradoras para o começo de um belo dia!
Ao mesmo tempo, no caminho para o ponto, deparei-me com um tronco de uma antiga árvore cortada, que permanece fincado no concreto, ao lado do poste. Uma visão intrigante: não enxergamos ela lá? queremos manter a lembrança da bela árvore que foi? possuímos um desejo inconsciente de que ela volte a viver? E assim parti para meu trabalho, acompanhada do livro “poética das árvores urbanas” de Ivete Farah.
Retomando a caminhada ao fim do dia, chegando nas proximidades do MASP, uma grande paineira, que admiro de longa data, tomou conta do meu olhar e acabei produzindo fotos de diversos ângulos dela em composição com a arquitetura local.
Desde a esquina, o grandioso e importante Parque Trianon chamava a atenção pela massa verde que respira e nos sustenta na busca por equilíbrio entre o concreto e o verde! Araribás (Centrolobium robustum) e cedros (Cedrella sp) são facilmente identificados por suas copas, compondo os limites do perímetro de transição entre o parque e a avenida. O grandioso pau-ferro (Caesalpinia ferrea), se fez tão pleno e belo que imediatamente prende nosso olhar! Até mesmo o sistema da grande metrópole encontrou formas de conversar com sua presença inegualável…
Na sequência, em um dos canteiros que compõe a calçada do novo projeto da Avenida Paulista, uma quaresmeira (Tibouchina granulosa) com dificuldade de se sustentar, achou um importante apoio na estipe de um já forte jerivá (Syagrus romanzoffiana)! O tronco e a estipe se entrelaçavam sem se sufocar, pelo contrário, criaram um apoio sutil e leve, formando um par que dança valsa ao ritmo do pulsar, no fluxo ditado pelos semáforos.
Mesmo distante alguns quarteirões, eu já avistava o belo guapuruvu (Schizolobium parayba). Deve ser um sonho observar sua copa em flor da janela de um desses apartamentos! Admirável arquitetura natural tão singular e única, em composição com as linhas retas da obra humana.
Antes de chegar na Av Consolação, árvores frutíferas e algumas paineiras crescem no limite do possível na Praça dos Ciclistas. Já na Praça dos Arcos, um jardim bem cuidado e árvores em flor, enfeitaram o lugar! Um pau-formiga (Triplaris americana) carregado de flores rosas e lindas; um jasmim-manga (Plumeria sp) tricolor; as belas folhas de um pau-brasil (Caesalpinia echinata) e saber que a pitangueira (Eugenia uniflora) plantada em homenagem a ciclista Márcia Prado estava crescendo feliz, deram mais motivos para minha alma sorrir!
Neste ponto eu ainda estava somente no meio do caminho… Já começava a escurecer e as luzes do Túnel Rebouças deram uma boa foto com os eucaliptos que emolduram essa passagem! Descendo atrás do Estádio do Pacaembu, oque mais me chamou a antenção foi um grande ninho de aranhas que formava uma nuvem branca entre as folhas da copa de um resedá!
Já a noite, em uma rua próxima da Av Pacaembu, duas árvores secas, podadas, cortadas me emocionaram… e buscando a vida ainda em uma delas, encontrei a esperança de que se nós não fizermos nossa parte, a natureza saberá como fazer a dela muito bem!
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Agradeço a todos que através deste texto pude compartilhar um pouco das visões e sentimentos de uma simples caminhada por ruas ainda vivas da nossa cidade!
Vejam também algumas fotos das árvores deste e outros passeios no PANORAMIO
Vamos ajudar uma árvore hoje? 25/11/2009
Posted by Juliana Gatti Pereira in Atualidades, Consumo Consciente, Meio Ambiente, Preservação, educação ambiental, Árvore em Nossas Vidas, Árvores, árvores de são paulo.Tags: alfredo behrens, árvore e pássaros, árvore que será cortada, árvores de são paulo, árvores vivas, Bauhinia, canto de pássaros, cortar árvores, corte de árvores, importância das árvores, poucas árvores em são paulo, preservar a natureza, twitter
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No Twitter descobri um movimento iniciado por Alfredo Behrens: ele fotografou e gravou o som dos pássaros que habitam uma árvore de São Paulo! De acordo com a imagem, aparenta ser uma pata-de-vaca (Bauhinia sp), e já recebeu autorização para ser cortada.
Alfredo não deixou que seus sentimentos e empatia pela natureza – da qual fazemos parte, fosse concretada pela cidade. Ele buscou uma forma criativa e sensível de compartilhar seu inconformismo e conseguir que mais pessoas se movimentem neste sentido!
CONHEÇA A ÁRVORE E ESCUTE O CANTO DOS PÁSSAROS CLICANDO AQUI
É emocionante! Na página dedicada à árvore você também tem mais informações sobre como ajudar a evitar o corte!
Saiba sempre, que ajudar uma árvore não significa somente ajudar a natureza e esquecer-se do humano, significa principalmente ajudar a nós mesmos, que precisamos delas para ter uma vida mais saudável e equilibrada nos grandes centros e no planeta!
Homenagem a Burle Marx no Parque do Flamengo 13/11/2009
Posted by Juliana Gatti Pereira in Arte e Design Inspirados na Natureza, Atualidades, Curiosidades, Meio Ambiente, educação ambiental, Árvore em Nossas Vidas, Árvores.Tags: ABAP, aterro do flamengo, Burle Marx, Corypha umbraculifera, Estrelas do Sítio Burle Marx, Homenagem a Burle Marx, maior inflorescência do reino vegetal, PAISAGEM ESCRITA, paisagismo, palmeira-do-ceilão, Rio de Janeiro, Sítio Burle Marx
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Luiz Claudio Marigo fez, na última semana, fotos das Corypha umbraculifera (tallipot ou palmeira-do ceilão) em flor, no Aterro do Flamengo, Rio de Janeiro. Para Roberto Tabacow, elas estão celebrando os 100 anos do nascimento de Burle Marx!
Esta palmeira vive entre 40 e 80 anos, é originária do Sri Lanka e só floresce uma vez – a maior inflorescência do reino vegetal. Acima da copa de folhas em leque, que começam a secar e cair, forma-se uma nova copa, de 8 metros de diâmetro, constituída de mais de um milhão de pequenas flores brancas. Quase um quinto das flores oferecem sementes férteis e, cumprida sua parte na tarefa de perpetuação da espécie, a palmeira morre.
Em 1994, Robério Dias, diretor do Sítio Roberto Burle Marx, também relacionou a primeira floração de Corypha no sítio a uma homenagem das plantas ao paisagista. A floração teve início uma semana depois de sua morte. Consta que um visitante comentou, na época em que foram plantadas, que, se a planta levava tanto tempo para florir, ele não presenciaria. Burle Marx respondeu “– Assim como alguém plantou para que eu pudesse ver, estou plantando para que outros a vejam!”
Matéria reproduzida da Versão Eletrônica da publicação PAISAGEM ESCRITA da Associação Brasileira de Arquitetos Paisagistas – edição número 131 de 10 de novembro de 2009
Caminhada Aberta e Educativa no Parque da Luz 12/11/2009
Posted by Juliana Gatti Pereira in Atualidades, Curiosidades, Frutíferas, Meio Ambiente, Preservação, Produtos Árvores Vivas, educação ambiental, Árvores, árvores de são paulo.Tags: 211 anos do parque, 211 anos parque da luz, 22 de novembro, arborização da cidade, atividade gratuita, atividades 211 anos pq luz, árvores de são paulo, árvores do parque da luz, árvores vivas, bairro da luz, caminhada no parque, caminhada turística, casa restaurada, coreto parque da luz, domingo em são paulo, educação ambiental, estação da luz, família etzel, história parque da luz, lazer domingo, Luciano Ogura, manila-copal, parque da luz, parque da luz 211 anos, parque histórico, parque tombado, passeio no parque, passeios em parques, primeiro parque público, sementes de árvores, turismo em são paulo, turismo parque da luz, vegetação de são paulo, visita guiada
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Veja mais informações sobre todas as atividades comemorativas pelos 211 anos do Parque da Luz acessando estes links:
FESTIVAL DAS ÁRVORES 41 – FESTIVAL OF THE TREES 41 31/10/2009
Posted by Juliana Gatti Pereira in Arte e Design Inspirados na Natureza, Atualidades, Curiosidades, Meio Ambiente, Parceiros, Preservação, educação ambiental, Árvore em Nossas Vidas, Árvores.Tags: about trees, Adirondacks, Aroeira, artigos sobre árvores, árvore do mundo, árvores do mundo, árvores no mundo, caregiver, Carolee Sherwood, Claudia Fini Martins, Counting Petals, Dave Bonta, Ecos do Japi, Elizabeth Enslin, Eric Burke, feelings about trees, Fernando Pessoa, festival 41, Festival das Árvores Internacional, Festival das árvores, Festival of The Trees, festival of the trees 41, FOTT, if i were a tree, John Beetham, Muriel Kakani, Nancy Castillo, Natural Caledon Area, oaks, Orion Magazine, pintura em aquarela, Priscilla Gutierrez, Reserva Ecológica do Japi, Reserva natural da Celdônia, Scott Russell Sanders, se eu fosse uma árvore, sobre árvore, tree expression, trees, trees of the world, visões sobre árvores, visons about trees, Walking Prescott
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Novamente, ficamos muito felizes em receber o Festival das Árvores no Blog do Árvores Vivas. Para a edição número 41 sugerimos o tema “Se eu fosse uma árvore”. Desta forma espero ter estimulado um novo filtro para nossos olhares e sentimentos a partir deste ser que amamos admirar. Tentar nos colocar no lugar do outro é uma das tarefas mais difíceis, mas o seu simples exercício pode nos trazer uma nova dimensão de valores, como: respeito, cuidado e amor. Através desta prática também percebemos sutilezas e complexidades que ampliam nosso sentir em relação ao mundo que nos cerca!
Again, we are very happy to host the Festival of Trees on Living Trees Blog. For issue number 41 we suggested the theme “If I were a tree.” My idea with this was hopefully to explore new ways of seeing and understanding based on those aspects of trees we most admire. Putting ourselves in another’s place is one of the most difficult things we can do, but simply making the attempt can reveal a new dimension of values, increasing one’s capacity for respect, care and love. Through this practice we become capable of understanding the subtleties and complexities that expand our feeling for the world around us!
Recebemos 15 artigos e expressões para o Festival 41 – alguns não tão dentro do tema mas trazendo conhecimento e visões sobre as nossas amigas árvores – e tenho enorme satisfação em compartilhá-los com vocês! Desta vez recebemos um número maior de inscrições vindas daqui do Brasil e por isso começarei com elas.
We received 15 entries and expressions for Festival 41 – some not directly related to the theme but still bringing knowledge and views about our friends, the trees – and I’m delighted to share them with you! This time we received a number of entries from Brazil, so I will start with them.
Numa tarde de outubro aqui em São Paulo, voltando de uma reunião, sentou-se do meu lado no metrô o Poeta Feliz – João Alves, que até aquele segundo eu não conhecia. Assim que ele sentou, entregou-me um poema de sua autoria e eu mais do que rapidamente, convidei-o a escrever um poema para este festival! Nosso contato durou 2 ou 3 estações, mas resultou numa troca de inspiração muito criativa, como podem ler em seu poema abaixo:
On an October afternoon here in Sao Paulo, as I was returning from a meeting, a man sat down beside me on the subway and introduced himself as the Happy Poet: John Alves, who I’d never heard of until that moment. As he sat down, he handed me a poem he’d written, and I then quickly invited him to write a poem for this festival! Our conversation only lasted for two or three stations, but resulted in a very creative, inspired exchange, as you can see from his poem below:
Árvores Vivas / Living TreesA formação de uma semente, / The formation of a seed
Transformou-me em uma árvore. / Turned me into a tree
Assim com seus frutos lindos e
Gostosos. / With beautiful and delicious fruit
Para você e para mim. / For you and me,
Para manter este universo / To keep this universe
Com vida e amor. / With life and love,
Produzindo oxigênio para nosso / Producing oxygen to make
Mundo melhor ficar. / The world better Com as pessoas felizes sempre a / With people always happy,
Respirar. / Breathing.
O oxigênio das árvores para a / The oxygen from trees lends
Beleza deste lugar. / Beauty to this place.
E você Juliana me convidou para / And you invited me, Juliana,
Ser esta árvore para sua vida alegrar. / In this tree, to be and brighten your life,
Produzindo oxigênio que falta neste / Producing oxygen that is lacking in
Lugar. / This place.
Vamos plantar algumas árvores para /Plant some trees to
São Paulo mudar. / change Sao Paulo
E as pessoas se sentirão felizes em poder / And people will be happy to
Respirar. / Breathe.
Com oxigênio para todos que vivem neste / Oxygen for all who live in
Lugar… / This place …
Agradeço muito O POETA FELIZ – JOÃO ALVES por sua colaboração com o Festival! Além dele, convidei diversas outras pessoas e duas amigas, amantes da natureza e das árvores, responderam o chamado aproveitando o Festival para apresentar suas visões. A Priscilla de Jundiaí, em seu blog Olhos Verdes (http://priguti.blogspot.com/2009/10/se-eu-fosse-uma-arvore.html), nos presenteia com lindas fotos e um olhar sobre a plenitude com que a árvore assume seu ser. A Patrícia, monitora e educadora ambiental da Reserva Biológica do Japi, em seu blog Ecos do Japi (http://ecosdojapi.blogspot.com/2009/10/se-eu-fosse-uma-arvore.html) nos apresenta um texto-poema que contagia e pulsa vibrante, como a história da vida de uma árvore!
Thank you a lot HAPPY POET – JOÃO ALVES for your collaboration with the Festival! In addition, I invited several other people, and two friends, lovers of nature and trees, answered the call for the Festival presenting their views. Priscilla from Jundiai City, on her blog Green Eyes, presents us with beautiful photos and a look at the plenitude of tree-beings. Patricia, monitor and environmental educator at the Biological Reserve of Japi, in her blog Echoes from the Japi, shares the text of a poem that is contagious and has a vibrant beat: the life story of a tree!
Fechando o grupo de inscrições vindas aqui do Brasil, temos uma árvore poética da artista plástica Claudia Fini Martins – que também é responsável pelos cartões AQUARELAS VIVAS encontrados na loja virtual do Árvores Vivas. Inspirada em uma AROEIRA, pintou esta poesia viva em aquarela e completou a composição cobrindo com uma poesia de Fernando Pessoa – O ANDAIME – forte e contundente. Os versos foram colocados de cima para baixo, de forma que o poema fosse lido em direção ao colo da árvore em contato com o chão.
Rounding out the group of entries from Brazil we have a tree-poetic piece from the artist Claudia Fini Martins, who is also responsible for our Living Watercolored cards found at Living Trees virtual store. Inspired by an AROEIRA, she painted this watercolor live-poetry and completed the composition with a collage of Fernando Pessoa’s poem, The SCAFFOLDING – strong and forceful. The lines were placed from top to bottom, so that the poem was read into the lap of the tree in contact with the ground.

AROEIRA - pintura em aquarela com poema / watercolor painting with poem de Fernando Pessoa - por Claudia Fini Martins
Granny J, do Blog Walking Prescott, oferece-nos uma visão dupla sobre as formas que as árvores podem assumir: uma rachadura curiosa que cresce pouco-a-pouco ao longo do tronco de um carvalho antigo (http://walkingprescott.blogspot.com/2009/09/broken-oak-tree.html), e uma escultura de dragão quase viva entalhada em tronco ainda enraizado de uma árvore nas redondezas de sua cidade (http://walkingprescott.blogspot.com/2009/07/streamside-spirits.html) - Sua neta nos dá idéia da escala da árvore nas fotos.
Granny J, Walking Prescott Blog gives us a double vision on different forms that trees can take: a curious crack that grows little by little over the trunk of an ancient oak, and a sculpture of a carved dragon, almost alive, still rooted in the trunk of a tree on the outskirts of the city – Her granddaughter gives us idea of the scale of the tree in the photos.
Dave Bonta, um dos criadores do Festival of The Trees, nos ajudou encontrando links interessantes que se enquadravam no tema, como por exemplo o poema visual feito a partir das poesias de Eric Burke, que também é um escritor de ficção de Ohio. O segundo poema – Caregiver (cuidador) – deste vídeo faz relação entre uma árvore e a doação do ser.
Dave Bonta, one of the creators of The Festival of Trees, helped in finding interesting links that fit into the theme, such as this visual poem made from the poetry of Eric Burke, who is also a fiction writer from Ohio. The second poem in this video, Caregiver, tells about the relationship between a tree and the giving of being.
Caregiver / Cuidador
Today, / Hoje,
I feel like a fallen log, / Eu me sinto como um tronco caído,
(like a tree that has fallen / (como uma árvore que caiu
and become a log / e tornou-se um tronco
(not like a log / (não como uma tora that has fallen further) Step over me. / que caiu ainda mais) Passe por cima de mim.
Today, / Hoje,
I am self-involved. / Eu estou auto-envolvido.
(Or look back and look at the fungus that is growing / (Ou olhar para trás e olhar para o fungo que está crescendo
in the crotches of my branches; see the shelving I am becoming, / nas virilhas dos meus ramos; ver as prateleiras que estou me tornando,
the metaphor I am being used for / a metáfora que estou sendo usado para
among my own. In the clear, / Entre os meus próprios. No claro,
common isolation of their lives, / isolamento comum de suas vidas,
I am a sacred taboo, which no one can stand to be.) / Eu sou um tabu sagrado, que ninguém suporta ser.)
O próprio Dave envia a sua colaboração para o Festival com o link de seu blog Via Negativa (http://www.vianegativa.us/2009/10/how-to-be-a-tree-in-the-adirondacks/) onde as árvores de Adirondacks assumem formas variadas para se protegerem dos “comedores de árvores” (significado original do nome do parque onde foram tiradas as fotos)
Dave also sent his own input to the Festival with a link to Via Negativa Blog where trees from the Adirondacks take various forms to protect themselves from the “tree eaters” (original meaning of the name of the region where the photos were taken).
Ainda por indicação de Dave, temos a alegria de colocar o link para este artigo profundo e completamente conectado com o tema de nosso festival 41, de Scott Russell Sanders para a Orion Magazine – Mente na Floresta, um encontro íntimo com árvores realmente antigas. Fiquei emocionada ao ler cada detalhe e questionamento sobre a inteligência e energia que vibra nesta floresta, o encontro com a natureza que o leva para uma vivência fora do tempo que vivemos nas cidades, a percepção de cada detalhe e integração entre os seres vegetais, animais e minerais… Como a inteligência das árvores pode ser comprada com a nossa? O que podemos aprender com elas? Esta experiência de Russell escrita em detalhes é imperdível para os amantes das árvores e natureza!
Still on the advice of Dave, we have the joy of placing a link to an article deeply and completely connected with the theme of our Festival 41 by Scott Russell Sanders in Orion Magazine: Mind Forest, an intimate encounter with really old trees. I thrilled to read every detail and feeling about the intelligence and energy that vibrates in this forest, the encounter with nature that takes him to an experience out of time that we live in cities, the perception of integration among human, plants, animals and minerals … Can the intelligence of trees be compared with our own? What can we learn from them? Russell’s detailed meditation on his experience is a must for lovers of trees and nature!
Les em seu artigo (http://atidewatergardener.blogspot.com/2009/10/caledon-natural-area-potomac-river-trip.html), nos leva para uma visita na Área Natural da Caledônia, no norte da Virginia perto de Washington D.C., árvores magníficas foram encontradas por ele em sua primeira visita ao local! Encontrou muitos carvalhos e a rainha do local que é a a árvore-tulipa-americana, que pode atingir cerca de 50m de altura.
Les in his article, leads us around Caledonia Natural Area in northern Virginia near Washington DC, where he found some magnificent trees on his first visit! He found many oaks, and the queen of the place is an American tulip tree, a species that can reach 50 meters in height.
Lené do Blog Counting Petals (contando pétalas) – http://countingpetals.blogspot.com/2009/10/if-i-were-tree-id-wish-i-were-human.html – também inspirou-se e produziu um lindo texto sobre o pertencimento ao local que somos todos plantados.
Lené’s Blog, Counting Petals also produced a beautiful post about the feeling of belonging to the place we are all planted.
Nossa última leitura dentro do tema “se eu fosse uma árvore” vem novamente por indicação de Dave: um Acer no outono encantou a visão e o coração da pintora Carolee Sherwood (http://caroleesherwood.wordpress.com/2009/10/30/heres-something/), que faz uma brincadeira com palavras e sente o amor vibrar desta linda árvore!
Our last reading within the theme “If I were a tree” is again on the advice of Dave: an autumn maple than prompted an enchanted, heart-felt vision from painter Carolee Sherwood, whose carefully chosen words lets us feel the love vibration of this beautiful tree!
Outros artigos que recebemos como inscrição para o festival e que valem a pena de serem conferidos foram:
Other entries we received for the festival which are well worth sharing include:
- Lindas imagens ao apreciar as folhas do outono, olhando para os céus – de John Beetham do DC Birdign Blog (http://dendroica.blogspot.com/2009/10/skywatch-looking-up-at-trees.html)
- Beautiful pictures to enjoy the autumn leaves, looking up at the skies – from John Beetham of DC Birdign Blog
- Beautiful pictures to enjoy the autumn leaves, looking up at the skies – from John Beetham of DC Birdign Blog
- Nancy Castillo, The Zen Bridfeeder (A alimentadora de árvores zen) - nos privilegia com uma visão sobre as pinhas, vale visitar (http://wildbirdsunlimited.typepad.com/the_zen_birdfeeder/2009/10/a-look-inside-the-pine-cone.html)
- Nancy Castillo, at The Zen Birdfeeder, emphasizes the importance of pine-cones
- Nancy Castillo, at The Zen Birdfeeder, emphasizes the importance of pine-cones
- Muriel Kakani, do blog de educação ambiental na Índia, nos traz uma aula sobre a tradição de extrair o jaggery (um tipo de açúcar não refinado) de palmeiras, saiba mais (http://environmenteducation-india.blogspot.com/2009/10/learn-all-about-date-palm-jaggery-with.html)
- Muriel Kakani has a blog about environmental education in India, and gives us a essay on the tradition of extracting jaggery (a type of unrefined sugar) from palm trees.
- Saiba mais sobre a Populus tremuloides, árvore comum em Oregon visitando o blog de Elizabeth Enslin (http://blog.elizabethenslin.com/2009/10/quaking-aspen-species-of-the-week/)
- Learn more about Populus tremuloides, a common tree in Oregon, by visiting the blog of Elizabeth Enslin
Agradecemos a todos por mais esta grande oportunidade de receber o Festival das Árvores, espero que os artigos inspirem mais pessoas a perceber e valorizar as árvores tão especiais para nós! Todos artigos enviados proporcionam uma diversidade bela de olhares sobre as árvores de nosso planeta! Para aqueles interessados em promover ainda mais este olhar, não deixem de enviar o permalink de seus artigos e expressões para o Festival das Árvores 42, que será sediado pelo Blog Via Negativa, http://www.vianegativa.us. Envie até dia 29 de novembro para o e-mail bontasaurus(at)yahoo(dot)com
O Festival número 42 não terá tema específico e está aberto para receber visões diversas dos amantes das árvores!
Thanks to everyone for this great opportunity to host the Festival of Trees. I hope the entries inspire more people to know and appreciate the trees that are so special to us! All submitted articles provided a variety of beautiful views of the trees of our planet! If you’d like to be part of the next edition, be sure to send the permalink of your articles and expressions for the Festival of Trees 42, which will be hosted at the blog Via Negativa. Send up to November 29th to the e-mail bontasaurus (at) yahoo (dot) com.
Festival #42 won’t have a specific theme and is open to all perspectives on trees and tree lovers.
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THANKS A LOT DAVE FOR ALL YOUR HELP WITH THE ENGLISH VERSION!!!
Grata Dave por toda sua ajuda com a versão em inglês!
Exposição Permanente Parque da Luz 17/10/2009
Posted by Juliana Gatti Pereira in Arte e Design Inspirados na Natureza, Atualidades, Curiosidades, Meio Ambiente, Parceiros, Preservação, educação ambiental, Árvore em Nossas Vidas, Árvores, árvores de são paulo.Tags: arborização urbana, atividades no parque da luz, árvores de são paulo, árvores do parque da luz, etzel, exposição parque da luz, exposição permanente pq da luz, família etzel, mapa das árvores, parque da luz, passeio no parque, passeio no parque da luz, passeio turístico, reconhecendo árvores em são paulo, Secretaria do Verde e Meio Ambiente, verde de são paulo
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Próximo sábado, dia 24 de outubro às 11h, será inaugurada a exposição permanente sobre a Família Etzel – Construtores do Verde, no Parque da Luz – Casa do Administrador.
“A Casa do Administrador, serviu como moradia por mais de 70 anos para Antonio Etzel e seu filho Arthur, diretores do antigo Departamento de Parques, Jardins e Cemitérios de São Paulo, embrião do que viria a se constituir a Secretaria do Verde e do Meio Ambiente.
A família Etzel esteve presente desde o início da expansão da arborização da Cidade. O austríaco Antonio Etzel trabalhou como jardineiro na casa de Antonio Prado, em Campinas. Quando se tornou prefeito de São Paulo, Antonio Prado o trouxe para ser diretor do Departamento de Parques, Jardins e Cemitérios da Cidade, na época responsável por zelar pelas áreas verdes da Cidade.
Etzel providenciou a construção da casa, onde sua família viveu por mais de 70 anos. Antonio Etzel foi sucedido como diretor por seu filho Arthur, que permaneceu na casa até falecer, em 1971.
Segundo a família, o administrador não gostava de ficar apenas com as funções burocráticas do serviço. Ele preferia ajudar na plantação das árvores. Depois de se aposentar, continuou morando na Casa do Parque da Luz e trabalhou como administrador do Parque Ibirapuera.” (informações retiradas do site da prefeitura de São Paulo)
A exposição ainda contará com uma mostra de frutos e sementes coletados no próprio parque de cerca de 30 espécies diferentes.

Entrada principal do Jardim da Luz cerca de 1900 - Convite para a inauguração da exposição

















































